quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Lembranças* Pessoas* Engenheiros do Hawaii

Um dia , mais um...
Surpresa! A lembrança.
Pra ser sincero
Não espero que você...



Relacionamentos são assim, quando entramos num,  envolvemos mais do que duas pessoas. Somos mais, sempre se soma e nunca se subtrai mesmo quando deixamos de seguir a mesma direção. O juntos se torna separados, mas ligados. 
No fim das somatórias, descobrimos que estamos sempre completos, porque trocamos pedacinhos de nós com pedacinhos dos outros.

Pra ser sincero
Não espero que você
Minta
Não se sinta capaz
De enganar
Quem não engana
A si mesmo

Nós dois temos
Os mesmos defeitos
Sabemos tudo
A nosso respeito
Somos suspeitos
De um crime perfeito
Mas crimes perfeitos
Não deixam suspeitos

Pra ser sincero

Não espero de você...

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Carismático e sensivel : Livro - Por lugares incríveis de Jennifer Niven

Violet é uma garota que depois da morte da irmã mais velha tenta descobrir como seguir em frente. Theodore, é o esquisito da escola, mas o salvador de Violet.
A autora trata de assuntos pesados como depresão e suicidio, de forma delicada, bela e com uma leveza, que fazem você rir, se encantar com Theodore e chorar.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Livro: BLECAUTE


Resenha: Blecaute


Blecaute

Marcelo Rubens Paiva 

Sinopse:

É um romance apocalíptico de Marcelo Rubens Paiva, todo ambientado na cidade de São Paulo. O autor inspirou-se numa série famosa americana chamada “Além da imaginação”. Conta à estória de dois rapazes Rindu, Mario e uma garota Marta que são universitários que fazem uma expedição ás cavernas do Vale do Ribeira e ficam presos por alguns dias, devido a condições climáticas. Ao voltarem para São Paulo descobrem que todas as pessoas estão “congeladas” como bonecos-de-cera e eles são os únicos vivos da cidade. O livro mostra as dúvidas conflituosas dos personagens em meio à necessidade de sobreviver. 



Por que ler Marcelo Rubens Paiva?



O escritor vivenciou na infância as amarguras da ditadura com o desaparecimento do pai. Anos depois dividiu sua dor em Feliz Ano Velho, tem um estilo peculiar de escrever sempre nos deixando com aquele "gostinho de quero mais! "

 Títulos do autor que li e recomendo:





Feliz Ano Velho
 (1981)

                                 









Ua brari (1990)

                                                             









Bala na Agulha (1994)


                                                                              









segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Cabeça vazia...Cheia de informação

Um começo avesso

Lembro-me do meu primeiro contato com a escrita, livros, leitura e principalmente a imersão criativa foram a algumas décadas, num tempo onde era uma criança com extrema dificuldade em aprender, onde a expressão “Mãe o corpo dela esta aqui, mas os pensamentos longe” era frequentemente ouvida em reuniões de escola. Até uma manhã qualquer que foi obrigada a ler um livrinho de quatro páginas, todo azul, com uma andorinha tosca, voando em rasantes e um sorriso largo no bico torto na capa, chamava-se talvez “As aventuras da Andorinha Azul”, não importa. O que foi extremamente construtivo naquela manhã de “castigo” foram as intermináveis horas que uma criança de mais ou menos oito anos ficou olhando para aquelas letras, palavras, frases de três e quatro linhas e nada de lê-las... Finalmente as li. E para surpresa geral da nação, participei das aventuras da tal andorinha voei agarrada em suas penas azuladas por um dia inteiro!

 Deste dia em diante não parei mais...

Aos nove anos ia até a casa da minha avó materna, para ler livros  “proibidos”, por uma tia ( Beijo Tia Cleo, te amo^^). Lia livros como: Feliz Ano Velho de Marcelo Rubens Paiva, O iluminado de Stephen king, O Exorcista de William Peter Blatty, A metamorfose de Kafka, dentre muitos outros. É claro que pouco foi realmente compreendido, pela minha mente de nove anos, feliz ano velho me fazia rir com seus inúmeros palavrões e o “salto do tio Patinhas”, o iluminado e exorcista... Bom, vamos dizer que eu não dormia sozinha. Só Metamorfose que lido na infância me foi mais divertido.

A breve retrospectiva acima nos traz na iniciativa de criar um blog sobre livros que li, que estou lendo, irei ler. Trata-se de um mero ensaio de apanhados de muitas ideias e organização de conhecimentos.